15
Fev
Life Gods
Life Gods
Marisa Monte & Gilberto Gil (solistas) + Alceu Valença, Gerônimo & Coral Bibiano
Composição: Tavinho Paes, Monica Millet e Arnaldo Brandão
Esta canção é um poema muito especial construido como a mistura dos nomes de Deus em diversas línguas e dialetos, tornando a peça musical uma espécie de oração ecumênica.
N'kukluk'mba .. Oxalá
Odin .. Manitoo .. Xuedeh
Aggayun .. Göt .. Baoh
Allah
Tupan .. N'Olorun .. Tamnarah
Golorud .. Ualereh
Zambyn .. Zeus .. Ruwatah
Iesu .. Jah .. Shalam-Tzieh
Amaterasu .. Bathalah
Mandarah .. Unguleveh
Khrisnha .. Efozu
Amma
Yambah .. Oshun .. Asdulai
Kalah .. Okut .. Nyaambeh
Aquaan .. Akuah
Jesus .. Rah .. Yelen-Dayeh
Tentei .. Dio
Asher .. Dieu .. Dios .. Ymanah
Kami .. So-Ko
Lubnah .. Theos .. Yallah
Maomeh .. Juremah
Shiva .. Shangoh
Butzimmy .. Yumallad
Yaoh
Dumnezteu .. Banarah
Gaya .. Munetoh
Aton .. Amon .. Iemanjá
Erê .. Yaoh
Iansã .. Adonay
Brahma .. Gedepoh
Tzikem-Boo .. Atzilah
Yaoh
D'Olodum .. Yamanah
Oxóssi .. Shido
Buda .. Gee .. Jeová
Erê .. Yaoh
O projeto foi iniciado em janeiro de 1991, com a formatação do Sampled-Poem "GODS", um quebra-cabeças (bricolage) gerado a partir de cut-ups dos vários nomes de "Deus" e entidades divinas publicados em vários idiomas e dialetos na edição de dezembro de 1990 da Revista LIFE. Na matéria de capa desta edição de fim de ano, intitulada "Whos's God?", havia um glossário com inúmeros nomes de divindades religiosas, do qual foram extraídos, os 77 nomes que acabaram gerando o poema da canção.
Os nomes foram inicialmente colados em peças de um Mah-Jong que durante meses foram trocando de lugar, até surgir um conjunto metrificado compatível com o metrônomo da música.
Pronto o poema, estávamos diante de uma peça poliglotímica, incapaz de ser decifrada por muita gente, tanto eram os idiomas e dialetos nela misturados. Entretanto, tal hieroglifo tinha uma característica excepcional: uma vez explicado o leit-motif de sua construção, seu entendimento e sua compreenção se tornavam imediata e totalmente inteligíveis.
O que mais impressiona nesta canção é o fato de que ao cantá-la se está automaticamente invocando o nome de Deus, tornando a peça musical uma espécie de oração ecumênica, absolutamente pacifista e própria para incentivar e fortalecer espiritualmente eventos humanitários.
Marisa Monte & Gilberto Gil (solistas) + Alceu Valença, Gerônimo & Coral Bibiano
Composição: Tavinho Paes, Monica Millet e Arnaldo Brandão
Esta canção é um poema muito especial construido como a mistura dos nomes de Deus em diversas línguas e dialetos, tornando a peça musical uma espécie de oração ecumênica.
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life gods (marisa monte) |
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N'kukluk'mba .. Oxalá
Odin .. Manitoo .. Xuedeh
Aggayun .. Göt .. Baoh
Allah
Tupan .. N'Olorun .. Tamnarah
Golorud .. Ualereh
Zambyn .. Zeus .. Ruwatah
Iesu .. Jah .. Shalam-Tzieh
Amaterasu .. Bathalah
Mandarah .. Unguleveh
Khrisnha .. Efozu
Amma
Yambah .. Oshun .. Asdulai
Kalah .. Okut .. Nyaambeh
Aquaan .. Akuah
Jesus .. Rah .. Yelen-Dayeh
Tentei .. Dio
Asher .. Dieu .. Dios .. Ymanah
Kami .. So-Ko
Lubnah .. Theos .. Yallah
Maomeh .. Juremah
Shiva .. Shangoh
Butzimmy .. Yumallad
Yaoh
Dumnezteu .. Banarah
Gaya .. Munetoh
Aton .. Amon .. Iemanjá
Erê .. Yaoh
Iansã .. Adonay
Brahma .. Gedepoh
Tzikem-Boo .. Atzilah
Yaoh
D'Olodum .. Yamanah
Oxóssi .. Shido
Buda .. Gee .. Jeová
Erê .. Yaoh
O projeto foi iniciado em janeiro de 1991, com a formatação do Sampled-Poem "GODS", um quebra-cabeças (bricolage) gerado a partir de cut-ups dos vários nomes de "Deus" e entidades divinas publicados em vários idiomas e dialetos na edição de dezembro de 1990 da Revista LIFE. Na matéria de capa desta edição de fim de ano, intitulada "Whos's God?", havia um glossário com inúmeros nomes de divindades religiosas, do qual foram extraídos, os 77 nomes que acabaram gerando o poema da canção.
Os nomes foram inicialmente colados em peças de um Mah-Jong que durante meses foram trocando de lugar, até surgir um conjunto metrificado compatível com o metrônomo da música.
Pronto o poema, estávamos diante de uma peça poliglotímica, incapaz de ser decifrada por muita gente, tanto eram os idiomas e dialetos nela misturados. Entretanto, tal hieroglifo tinha uma característica excepcional: uma vez explicado o leit-motif de sua construção, seu entendimento e sua compreenção se tornavam imediata e totalmente inteligíveis.
O que mais impressiona nesta canção é o fato de que ao cantá-la se está automaticamente invocando o nome de Deus, tornando a peça musical uma espécie de oração ecumênica, absolutamente pacifista e própria para incentivar e fortalecer espiritualmente eventos humanitários.
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